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6 de novembro de 2011

Os tribunais da capital, Tashkent, também impuseram multas pesadas a dez igrejas protestantes por atividade não registrada.




Ana Maria Umbelino


UZBEQUISTÃO - Os policiais que invadiram a casa de uma família protestante em Fergana também agrediram o marido, enquanto confiscavam uma Bíblia, um Novo Testamento em uzbeque, os Provérbios de Salomão e um Alcorão.

Dez policiais invadiram a casa de Muradiljon Umurzakov e Dilorom Mamasidikova, que estavam recebendo seu amigo Ravshan Muminov. O ataque foi comandado pelo Inspetor de Polícia da cidade de Fergana, Dilshod Ataugliyev, da Unidade de Prevenção ao Crime.

Quando Umurzakov pediu aos oficiais que mostrassem seus documentos de identificação, o policial torceu seu braço e ameaçou continuar a machucá-lo.

Os policiais também ameaçaram abrir um processo criminal contra a família.

Os policiais estão acusando o casal e Muminov nos termos do artigo 184-2 do Código Administrativo - produção ilegal, armazenamento, importação e distribuição de materiais religiosos - e artigo 240, parte 2 (atividade missionária ilegal).

Os policiais disseram que os livros confiscados serão enviados para a Comissão dos Assuntos Religiosos, para "análise de especialistas".

Os tribunais da capital, Tashkent, também impuseram multas pesadas a dez igrejas protestantes por atividade não registrada. Em ambos os casos, os tribunais ordenaram que qualquer literatura cristã confiscada seja destruída.

Os funcionários da Comissão de Assuntos Religiosos se recusaram a explicar por que a atividade religiosa pacífica continua a ser punida e por que os tribunais ordenaram a destruição da literatura religiosa.

"Eu não sou especialista nesses assuntos", disse Zulhaydar Sultanov, Chefe do Departamento de Relações Internacionais da Comissão

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