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9 de agosto de 2012

Evangelismo na redes sociais, funciona?


Será que vale a pena postar ou replicar (compartilhar) alguma imagem bonitinha com alguma frase de efeito que gere uma certa comoção, na espera que as pessoas do seu Facebook sejam tocadas o suficiente e aceitem a Cristo? Foi a pergunta que fiz ao nosso movimentado grupo de blogueiros do Facebook.
Foi algo que pensei um tempo atrás e me perseguiu, até encontrar uma fanpage que dizia no seu conteúdo de boas-vindas: “EVANGELIZAÊ – Compartilhe uma photo e leve a palavra para todos seus amigos”. Pensei comigo: Que palavra? Se formos pensar no sentido entretivo disso, realmente, uma palavra de efeito será levada, mas, você pode ir ao site Pensador.uol.com.br, que encontrará diversas frases de efeito, ou uma palavra que pode mudar seu pensamento, talvez algumas de suas atitudes também, mas infelizmente, afirmo, elas não vão ter poder para mudar toda sua vida.
Antes que haja uma má interpretação da situação, esclareço: não somos contra esse tipo de ação nas redes sociais… pessoalmente, acho muito interessante; até legal. Vejo que é um começo, uma boa ferramenta até. A crítica não vai a algum determinado ministério, ação ou fanpage, mas direciono para o nível de eficácia desse tipo de ação. Será ela o suficiente para tocar uma pessoa? E se for, será que estamos prontos para acolher esse “novo convertido”? O ministério, sendo online, o cara mora do outro lado do mundo; para qual igreja poderemos indicar que ele vá? Como funcionará tudo isso? Seria o começo das igrejas online?
Posso estar pensando de forma racional e tendo pouca fé… Talvez… mas, se não pensarmos nisso, parte das nossas ações serão em vão. Para outros colegas do grupo, a ação estava mais para um certo comodismo, igualado ao trabalho evangelístico televisivo. Afinal, para que ir até à África, se temos a internet? – certamente, na África não deve existir tanto acesso à rede como em outros países, infelizmente – Logo, eu e o Thiago André buscamos analisar a situação de uma forma plural e crítica.
Para Thiago, evangelizamos online para tirar o peso da consciência de não fazê-lo “corpo a corpo”. Como na maioria das coisas, nossa geração tem sido superficial, até para fazer novos discípulos. Fazemos, hoje, parte de uma geração que deixa a TV/Internet criar nossos filhos. Fazemos o mesmo com nossos Filhos na Fé: evangelizamos, pra depois deixar os Telepastores os “criarem” . Temos, assim, uma geração de cristãos criados por programas evangélicos na TV/Internet. (SIC)
Eu acredito que está mais para uma geração de bitolação interativa e digital. Graças (em parte) à cibercultura que se formou nos últimos 10 anos e à TV, que já existe há 60, que têm sido nossos principais meios de informação, intelectualidade e interatividade, perdemos nossas raízes; as escolas bíblicas dominicais estão vazias, porque os DVD`s de certos ministérios chamam mais atenção e ensinam (menos) tanto quanto a EBD. Estamos numa cultura do fast food (isso é clichê, eu sei) e da interatividade. Tudo que chama nossa atenção vem por meio de telas luminosas. É triste e, infelizmente, nós cristãos ainda não aprendemos a lidar com isso ou fazer alguma coisa de forma eficaz online.
Por fim, concluimos que o ministério cibernético não vale de nada sem o ‘corpo-a-corpo’. O ponto problemático não está em usar a mídia como ferramenta; o problema está em reduzir a Grande Comissão apenas às mídias. A Grande Comissão é feita de olhos nos olhos, corpo-a-corpo, talvez até de um telefonema ou um chat no MSN… mas eu tenho certeza que não vai ser por meio de imagens e frases de efeito que haverá uma comoção mundial. Porém, não deixa de ser um começo.Fonte Gabriel Felix

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