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11 de janeiro de 2013

Escolhas



“De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a sua palavra”.(Salmo 119:9)






Daniel fazia parte de um seleto grupo de jovens escolhidos para servir no palácio de Nabucodonosor após Jerusalém ser sitiada.

O rei ordenou a Aspenaz, seu servo, chefe dos seus eunucos, que escolhesse “jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes para assistirem no palácio”(Daniel 1:4). Por todas as exigências enumeradas, podemos concluir que Daniel era um jovem muito bem preparado, e que, portanto tinha grandes chances de ser bem sucedido social e economicamente.

O rei determinou a comida e a bebida dos jovens por três anos. Aspenaz lhes deu também novos nomes.

Daniel se dispôs a servir o rei conforme o Senhor, Seu Deus, determinou(Daniel 1:2), e resistir ou fugir da ordem do rei também eram opções que ele tinha, assim como não aceitar um novo nome, mas ele se submeteu ao que entendeu ser a vontade de Deus. No entanto, a Bíblia narra que “resolveu Daniel, firmemente, não se contaminar com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar”(Daniel 1:8).

A comida determinada pelo rei para aquele grupo de jovens eram fartos banquetes de finas iguarias e vinho, porém tratava-se de alimentos consagrados aos seus ídolos.

Diante de tal situação, como servo fiel e jovem que desejava manter puro o seu caminho, Daniel se viu diante de uma escolha necessária, onde abdicaria das melhores comidas e vinho - provavelmente de todo o reino – para se alimentar com legumes e água.

Daniel foi feliz em suas escolhas(pois esta não fora a única) e Deus fiel para com ele até o fim por sua obediência. Ele não titubeou em obedecer a vontade de Deus e nem temeu ser menosprezado pelos outros por isso, nem se as consequências de sua escolhas poderiam ser danosas.

Jovens como Daniel hoje em dia são raros. Jovens que trocam baquetes pela singeleza do prato dos legumes e água. Jovens que não se deixam influenciar pela opinião da maioria. E por fim, jovens que entendem que as consequências de suas escolhas lhes acompanharão perpetuamente.

A justificativa é sempre a mesma: “a irrelevância da ação”, como se nada mais importasse, a ponto de não incutirmos mais valor a nada.

Daniel fez sua escolha consciente de que se tomasse outra decisão pagaria as consequências dela, pois era cônscio das implicações da escolha errada.

Quando conhecemos previamente as implicações do pecado que cometemos e ainda sim o cometemos, pecamos duas vezes, pela desobediência e por ignorar a consciência da culpabilidade.

Os jovens que desejam servir a Cristo precisam atentar para suas escolhas e resistir ao inimigo quando lhe tenta a desobedecer, pois só assim manterão puro o seu caminho.

 Brunna Stefanya Leal Lima Cabral

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